ROCHEL: Deus que enxerga a totalidade das coisas. Ajuda nas descobertas e no êxito material. Acrescenta à personalidade qualidades de dinamismo, energia, compaixão, generosidade, percepção aguçada e flexibilidade. Gênio oposto: egoísmo e intransigencia. Planeta correspondente: Júpiter Hora: 22h40 às 22h59 Salmo: 15 Número da sorte: 7 Dia da semana: quinta-feira
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sábado, 10 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
TIRO SAI PELA CULATRA
É lamentavel a situação que nós educadores mineiros estamos passando. Acredito que todo esse conflito irá fortalecer a categoria. Não somos "moleques", mas somos tratados como tal, já faz um bom tempo. Quem não lembra de EDUARDO AZEREDO? Desse governo até hoje, sentimos na pele a ditadura quem vem sendo imposta silenciosamente e aceita pela maior parte da categoria. AÉCIO NEVES e ANASTASIA, são a gota d'água.
Basta! A hora é agora de tomar atitudes concretas, lutar por nossos direitos e banir esses monstros da política mineira.
Basta! Os educadores mineiros estão pasmos diante da traição de 51 deputados que não nos apoiaram. Claro que eles não teem ideia do que é viver com um salário tão baixo.
Basta! A SEE, manda uma ordem às SRE's, que repassaram para a direção das Escolas, a proibição de fixar cartazes com os rostos e nomes dos 51 traidores.
Basta! Afinal, chega de hipocrisia, eles são adultos e sabiam muito bem o que estavam fazendo e as possíveis repercussões.
Basta! Ano 2012, é ano eleitoral, tambem temos nossa opinião.Que tal começar por baixo?
É preciso eleger representantes nossos para nos defender. Sugiro BEATRIZ CERQUEIRA e PROFESSOR EULER.
Basta! Vamos nos organizar. Responder no mesmo tom toda essa indiferença diante de nossa situação.
O dia 23/11/2011 não pode ser esquecido jamais.
E eles tambem não:
1. Alencar da Silveira Junior,
2. Ana Maria Resende,
3. Anselmo José Domingos,
4. Antônio Carlos Arantes,
5. Antônio Genaro,
6. Antônio Lenin,
7. Arlen Santiago,
8. Bonifácio Mourão,
9. Bosco,
10. Célio Moreira,
11. Dalmo Ribeiro,
12. Deiró Marra,
13. Délio Malheiros,
14. Doutor Viana,
15. Doutor Wilson Batista,
16. Duilio de Castro,
17. Carlos Henrique,
18. Carlos Mosconi,
19. Cássio Soares,
20. Fabiano Tolentino,
21. Fábio Cherem,
22. Fred Costa,
23. Gilberto Abramo,
24. Gustavo Corrêa,
25. Gustavo Valadares,
26. Gustavo Perrella,
27. Hélio Gomes,
28. Henry Tarquinio,
29. Inácio Franco,
30. Jayro Lessa,
31. João Leite,
32. João Vitor Xavier,
33. José Henrique,
34. Juninho Araújo,
35. Leonardo Moreira,
36. Luiz Carlos Miranda,
37. Luiz Henrique,
38. Luiz Humberto Carneiro,
39. Luzia Ferreira,
40. Marques Abreu,
41. Neider Moreira,
42. Neilando Pimenta,
43. Pinduca Ferreira,
44. Romel Anízio,
45. Rômulo Veneroso,
46. Rômulo Viegas,
47. Sebastião Costa,
48. Tenente Lúcio,
49. Tiago Ulisses,
50. Zé Maia,
51. Duarte Bechir.
TENENTE LÚCIO COM CERTEZA ESTÁ LUTANDO PELO SUBSIDIO DA PM MINEIRA E OS DA ÁREA DA SAUDE TAMBÉM TERÃO SEUS PISOS CONVERTIDOS EM SUBSIDIO.
AFINAL, O QUE É BOM PARA A EDUCAÇÃO MINEIRA TAMBÉM É BOM PARA A SEGURANÇA E SAÚDE DE MINAS.
23/11/2011
NÃO ESQUECEREMOS JAMAIS!
Basta! A hora é agora de tomar atitudes concretas, lutar por nossos direitos e banir esses monstros da política mineira.
Basta! Os educadores mineiros estão pasmos diante da traição de 51 deputados que não nos apoiaram. Claro que eles não teem ideia do que é viver com um salário tão baixo.
Basta! A SEE, manda uma ordem às SRE's, que repassaram para a direção das Escolas, a proibição de fixar cartazes com os rostos e nomes dos 51 traidores.
Basta! Afinal, chega de hipocrisia, eles são adultos e sabiam muito bem o que estavam fazendo e as possíveis repercussões.
Basta! Ano 2012, é ano eleitoral, tambem temos nossa opinião.Que tal começar por baixo?
É preciso eleger representantes nossos para nos defender. Sugiro BEATRIZ CERQUEIRA e PROFESSOR EULER.
Basta! Vamos nos organizar. Responder no mesmo tom toda essa indiferença diante de nossa situação.
O dia 23/11/2011 não pode ser esquecido jamais.
E eles tambem não:
1. Alencar da Silveira Junior,
2. Ana Maria Resende,
3. Anselmo José Domingos,
4. Antônio Carlos Arantes,
5. Antônio Genaro,
6. Antônio Lenin,
7. Arlen Santiago,
8. Bonifácio Mourão,
9. Bosco,
10. Célio Moreira,
11. Dalmo Ribeiro,
12. Deiró Marra,
13. Délio Malheiros,
14. Doutor Viana,
15. Doutor Wilson Batista,
16. Duilio de Castro,
17. Carlos Henrique,
18. Carlos Mosconi,
19. Cássio Soares,
20. Fabiano Tolentino,
21. Fábio Cherem,
22. Fred Costa,
23. Gilberto Abramo,
24. Gustavo Corrêa,
25. Gustavo Valadares,
26. Gustavo Perrella,
27. Hélio Gomes,
28. Henry Tarquinio,
29. Inácio Franco,
30. Jayro Lessa,
31. João Leite,
32. João Vitor Xavier,
33. José Henrique,
34. Juninho Araújo,
35. Leonardo Moreira,
36. Luiz Carlos Miranda,
37. Luiz Henrique,
38. Luiz Humberto Carneiro,
39. Luzia Ferreira,
40. Marques Abreu,
41. Neider Moreira,
42. Neilando Pimenta,
43. Pinduca Ferreira,
44. Romel Anízio,
45. Rômulo Veneroso,
46. Rômulo Viegas,
47. Sebastião Costa,
48. Tenente Lúcio,
49. Tiago Ulisses,
50. Zé Maia,
51. Duarte Bechir.
TENENTE LÚCIO COM CERTEZA ESTÁ LUTANDO PELO SUBSIDIO DA PM MINEIRA E OS DA ÁREA DA SAUDE TAMBÉM TERÃO SEUS PISOS CONVERTIDOS EM SUBSIDIO.
AFINAL, O QUE É BOM PARA A EDUCAÇÃO MINEIRA TAMBÉM É BOM PARA A SEGURANÇA E SAÚDE DE MINAS.
23/11/2011
NÃO ESQUECEREMOS JAMAIS!
IDEIA PARA OUTDOOR
Procura-se um Governador para Minas Gerais: que respeite os profisissionais da educação, que cumpra os compromissos assumidos e valorize a educação. A gente só procura aquilo que não tem.
Fonte: BLOG BEATRIZ CERQUEIRA
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
GOVERNO MINEIRO EXERCE A DESEDUCAÇÃO
Deseducação: Anastasia dirige Minas na contramão
Escrito por: José Celestino Lourenço, secretário de Formação da CUT Nacional
07/12/2011
Após heróicos 112 dias de greve em defesa do ensino público, de salários e direitos, os trabalhadores em educação de Minas Gerais, liderados pelo Sind-UTE, estamparam para o país uma triste realidade: o Estado está sendo dirigido na contramão por um governador que desrespeita as mais elementares regras de educação e boa conduta.
Como os cães, bombas e cassetetes fartamente utilizados contra os manifestantes evidenciaram, Antonio Anastasia representa hoje a reencarnação tucana de Washington Luís, para quem a questão social era caso de polícia. Em vez de diálogo, porrete. Na versão moderna: sprays de pimenta.
Diante da intransigência, da truculência e da falsidade, uma vez que o governador insiste em descumprir o acordo firmado para a resolução do problema funcional e salarial que pôs fim à greve, nos vemos novamente diante de um impasse. Anastasia não quer negociação, mas capitulação. Anastasia não quer investimentos em educação, mas enganação. Anastasia não quer um Estado público, mas uma administração privatizada – e policial.
As cartas estão na mesa. Há uma disputa de projeto na qual as reivindicações dos trabalhadores em educação se coloca como o principal empecilho para que o atual desgoverno alcance seus objetivos. Acostumado com o aplauso dos marionetes e o silêncio dos que foram cooptados econômica e ideologicamente, se insurge contra quem não dobra a espinha, contra milhares de mulheres e homens, jovens e aposentados, que insistem em honrar sua tradição e história. Vem daí o seu ódio. E o seu medo. Por isso tenta quebrar uma tradição de autonomia e independência que existe desde a criação da União dos Trabalhadores do Ensino (UTE), que hoje é o Sind-UTE, fundado em 1979 à revelia do Estado e do regime ditatorial. Por isso tenta calar a voz do contraditório, como se o cenário construído com base em rios de dinheiro público injetados em campanhas publicitárias nos meios de comunicação reconstruísse a realidade. Ledo engano.
Não há em Minas Gerais uma política para alcançar a qualidade na educação pública, mas de se atentar contra ela. Por isso faz com que a sua mídia foque as câmeras num número insignificante de estabelecimentos de ensino, enquanto desprezam as cerca de quatro mil escolas estaduais.
Utilizando dinheiro do contribuinte, tenta abafar as denúncias do choque de gestão e do déficit zero que quebrou Minas. Ao instituir o regime de subsídio, destrói a carreira dos trabalhadores em educação, se contrapondo mais uma vez a ações que poderiam elevar a qualidade do ensino público com o Piso Salarial Nacional.
O fato é que o governo tucano não honrou o acordo para pôr fim à greve e agora a categoria vai para mais de quatro meses sem salário por conta deste descumprimento. Também os eletricitários, dirigidos pelo Sindieletro-MG, estão realizando manifestações de advertência, diante da enrolação que virou a marca da administração tucana. Sem solução, os problemas permanecem. Não vão desaparecer por conta de anúncios, por mais páginas que ocupem nos jornais, por mais tempo que tomem dos noticiários de rádio e televisão.
Agora, em vez de sentar e negociar, Anastasia retoma e intensifica sua campanha de mídia para tentar desqualificar o Sindicato, vinculando nossa paralisação como greve “política”, subentendida pela perniciosa desinformação como “partidária”. Nada mais falso. A amplitude do nosso movimento expõe o sectarismo do governo, o envolvimento do conjunto dos trabalhadores em educação assinala maturidade, que é fruto do acúmulo de vivências, mas, sobretudo, de sólidos compromissos com a sociedade mineira.
Por isso denunciamos o desinvestimento e a desvalorização do magistério. Por isso levantamos as nossas vozes e expomos o ridículo dos nossos contracheques, a precariedade das nossas escolas, a insegurança, a involução da carreira. Não inventamos nada. Não montamos cenários. Mostramos a realidade como ela é, contando com o inestimável apoio de inúmeros diretores que, agora, por terem ousado desnudar a farsa, também são vítimas de perseguição governamental. Covarde, Anastasia orientou que as superintendências entrem com processo administrativo contra os diretores, na ânsia de quebrar a estrutura organizativa do sindicato. Outra determinação governamental é que todo o material do Sindicato utilizado nas escolas seja recolhido e impedida até mesmo a colocação de comunicados e a realização de reuniões da entidade.
Num arroubo fascista, está pervertendo todas as estruturas do Estado, com tropas de choque no executivo, legislativo e judiciário, incluindo a sua reconhecida versão militar e midiática para aplicar seu programa de desmonte.
Está cavando cada vez mais fundo e o cheiro começa a empestear. O povo mineiro jamais perdoará seus silvérios dos reis.
Escrito por: José Celestino Lourenço, secretário de Formação da CUT Nacional
07/12/2011
Após heróicos 112 dias de greve em defesa do ensino público, de salários e direitos, os trabalhadores em educação de Minas Gerais, liderados pelo Sind-UTE, estamparam para o país uma triste realidade: o Estado está sendo dirigido na contramão por um governador que desrespeita as mais elementares regras de educação e boa conduta.
Como os cães, bombas e cassetetes fartamente utilizados contra os manifestantes evidenciaram, Antonio Anastasia representa hoje a reencarnação tucana de Washington Luís, para quem a questão social era caso de polícia. Em vez de diálogo, porrete. Na versão moderna: sprays de pimenta.
Diante da intransigência, da truculência e da falsidade, uma vez que o governador insiste em descumprir o acordo firmado para a resolução do problema funcional e salarial que pôs fim à greve, nos vemos novamente diante de um impasse. Anastasia não quer negociação, mas capitulação. Anastasia não quer investimentos em educação, mas enganação. Anastasia não quer um Estado público, mas uma administração privatizada – e policial.
As cartas estão na mesa. Há uma disputa de projeto na qual as reivindicações dos trabalhadores em educação se coloca como o principal empecilho para que o atual desgoverno alcance seus objetivos. Acostumado com o aplauso dos marionetes e o silêncio dos que foram cooptados econômica e ideologicamente, se insurge contra quem não dobra a espinha, contra milhares de mulheres e homens, jovens e aposentados, que insistem em honrar sua tradição e história. Vem daí o seu ódio. E o seu medo. Por isso tenta quebrar uma tradição de autonomia e independência que existe desde a criação da União dos Trabalhadores do Ensino (UTE), que hoje é o Sind-UTE, fundado em 1979 à revelia do Estado e do regime ditatorial. Por isso tenta calar a voz do contraditório, como se o cenário construído com base em rios de dinheiro público injetados em campanhas publicitárias nos meios de comunicação reconstruísse a realidade. Ledo engano.
Não há em Minas Gerais uma política para alcançar a qualidade na educação pública, mas de se atentar contra ela. Por isso faz com que a sua mídia foque as câmeras num número insignificante de estabelecimentos de ensino, enquanto desprezam as cerca de quatro mil escolas estaduais.
Utilizando dinheiro do contribuinte, tenta abafar as denúncias do choque de gestão e do déficit zero que quebrou Minas. Ao instituir o regime de subsídio, destrói a carreira dos trabalhadores em educação, se contrapondo mais uma vez a ações que poderiam elevar a qualidade do ensino público com o Piso Salarial Nacional.
O fato é que o governo tucano não honrou o acordo para pôr fim à greve e agora a categoria vai para mais de quatro meses sem salário por conta deste descumprimento. Também os eletricitários, dirigidos pelo Sindieletro-MG, estão realizando manifestações de advertência, diante da enrolação que virou a marca da administração tucana. Sem solução, os problemas permanecem. Não vão desaparecer por conta de anúncios, por mais páginas que ocupem nos jornais, por mais tempo que tomem dos noticiários de rádio e televisão.
Agora, em vez de sentar e negociar, Anastasia retoma e intensifica sua campanha de mídia para tentar desqualificar o Sindicato, vinculando nossa paralisação como greve “política”, subentendida pela perniciosa desinformação como “partidária”. Nada mais falso. A amplitude do nosso movimento expõe o sectarismo do governo, o envolvimento do conjunto dos trabalhadores em educação assinala maturidade, que é fruto do acúmulo de vivências, mas, sobretudo, de sólidos compromissos com a sociedade mineira.
Por isso denunciamos o desinvestimento e a desvalorização do magistério. Por isso levantamos as nossas vozes e expomos o ridículo dos nossos contracheques, a precariedade das nossas escolas, a insegurança, a involução da carreira. Não inventamos nada. Não montamos cenários. Mostramos a realidade como ela é, contando com o inestimável apoio de inúmeros diretores que, agora, por terem ousado desnudar a farsa, também são vítimas de perseguição governamental. Covarde, Anastasia orientou que as superintendências entrem com processo administrativo contra os diretores, na ânsia de quebrar a estrutura organizativa do sindicato. Outra determinação governamental é que todo o material do Sindicato utilizado nas escolas seja recolhido e impedida até mesmo a colocação de comunicados e a realização de reuniões da entidade.
Num arroubo fascista, está pervertendo todas as estruturas do Estado, com tropas de choque no executivo, legislativo e judiciário, incluindo a sua reconhecida versão militar e midiática para aplicar seu programa de desmonte.
Está cavando cada vez mais fundo e o cheiro começa a empestear. O povo mineiro jamais perdoará seus silvérios dos reis.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
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